sábado, 15 de outubro de 2011

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Um show de coberturas

        Quando falamos em vôlei de alto nível, detalhes fazem a diferença. Pensando nisso busquei algumas coberturas variadas que aconteceram nos Jogos Olímpicos de Pequim. São coberturas, como por exemplo:
- O atacante cobrindo o próprio ataque, de maneira consciente e inconsciente. 
- O jogador do bloqueio cobrindo uma largada atrás do próprio bloqueio. 
- Cobertura de bloqueio pela sobra do bloqueio, numa primeira bola
- Tem cobertura de bloqueio atrás do bloqueio, aquela padrão.
- Tem cobertura de bloqueio pelos jogadores do fundo de quadra, tanto da posição 6 como da 5.
         Enfim, um show de coberturas. 

quarta-feira, 12 de outubro de 2011

Começando uma série com lances incríveis do vôlei.

        Vou começar a série com dois lances que sempre passam pela minha cabeça. O primeiro deles e mais novo é um levantamento incrível do Serginho. O segundo é dos jogos Olímpicos de 2004 onde o Giba dá uma aula de peixinho, um com a mão direita e depois um com a mão esquerda. O que acharam?

terça-feira, 11 de outubro de 2011

Uma passada pelas areias

        Mais uma temporada está terminando no vôlei de praia internacional. O Brasil está com duas duplas masculinas entre as primeiras 10 do ranking e três duplas entre as mulheres. No masculino a competição já encerrou, no feminino o calendário tem mais uma etapa na Tailândia em novembro.
        No ranking olímpico, Emanuel e Alisson terminaram em segundo e Ricardo e Márcio ficaram em nono. No feminino Juliana e Larissa lideram o ranking. Talita e Antonelli estão em quarto e Maria Clara e Carol em oitavo.

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Superliga confirmada com 12 equipes para cada lado! E agora!

       Sinceramente acho que a CBV deu um passo importante para a criação de um vôlei moderno no país( Ou os times não aguentaram o preço do mercado). Com esse número de participantes no masculino e no feminino e com o vôlei crescendo dia a dia no país, acho que o espaço vai surgir e a segunda divisão tem tudo para se tornar realidade. Acho que um time que vence a segunda divisão dá mais resultado à uma  marca do que aquele que só participa, com derrotas, da Superliga.
        Essa segunda divisão é imprescindível, pois é esse o espaço que novos jogadores e quem sabe treinadores terão para amadurecer. A quantidade de profissionais de alto nível no Brasil é grande, 12 times em cada naipe é pouco para fornecer emprego para essas pessoas. 
        O calendário que os clubes tem, pois a seleção tem obrigações todos os anos, é ideal para essa quantidade de times. Esse ano a Superliga será disputada em pouco menos de 20 semanas, a média de jogo vai chegar a quase 2 por semana. Está ideal. Tempo para as viagens, tempo para treinamento, tempo para recuperar atletas. 
       Temos então a encruzilhada. Pelo calendário a quantidade está boa, pelos profissionais a quantidade está pequena. A saída é o que todos devem concordar, uma segunda divisão forte, com patrocínios e exposição na mídia. Torço muito para que isso aconteça.