Para quem tiver interesse de saber um pouco mais do jogo de agora a pouco, segue o relatório que a FIVB divulga no seu site. Esse relatório é chamado de P2, nele aparecem as seguintes informações.
- Quais os times que se enfrentaram, com os placares dos sets, duração e etc.
- Quem saiu jogando e quem entrou em cada set, com quantos pontos fez no jogo.
- Os 3 melhores jogadores nos fundamentos que pontuam. Saque, bloqueio e ataque.
Segue o relatório do jogo de hoje.
quinta-feira, 7 de julho de 2011
quarta-feira, 6 de julho de 2011
Os bastidores e as curiosidades sobre a excursão da seleção juvenil
Bom!! Terminada a excursão para a Rússia e a Sérvia sobrou, além do maior ritmo de jogo e amadurecimento do time, algumas histórias para contar.
Começamos com a Rússia. Por lá as coisas foram muito tranquilas, tirando a comida. O alojamento era bem razoável, com aquele colchão macio, que dói a coluna de manhã. A comida é diferente da brasileira, tanto no tempero quanto na quantidade. E quando falo em jogadores juvenis o mais importante nesse caso acredito que seja a quantidade, o que eles comem não é para qualquer buffet!!! Mas aí um extra foi providenciado no mercado. Aquele sanduíche com queijo, algumas frutas e um bom suco em caixinha, sempre confeccionado pelos chefs Dr. Alexandre e Rodrigo, nosso fisioterapeuta. Para dividir mais a comida a seleção infanto também apareceu por Moscou. Outra seleção boa de garfo.
Moscou, a cidade onde jogamos é gigante. Conhecemos um pouco da cidade, acredito que a principal parte foi vista. Estou falando da Praça Vermelha e do Kremlin. Os congestionamentos são by São Paulo, uma lentidão!
Na Sérvia a história foi outra. O hotel era um hotel de verdade, com ótimas instalações. A comida deu um up grade mas ainda ficou longe do arroz e feijão com um bife na chapa de Saquarema. Os fatos curiosos da Sérvia começaram na segunda viagem, visto que dos três jogos só o último foi na cidade onde ficamos hospedados. O ônibus onde estavam as duas seleções ameaçou um incêndio, mas foi só o susto, aquela fumaça e só. A estrada era cheia de curvas, uma serpentina segundo o nosso motorista. O bom foi que a volta, à noite, foi por uma estrada maior. O pessoal, inclusive eu, estava preocupado com a volta pela serpentina.
A cidade onde ficamos na Sérvia chama-se Ivanjica, o que Moscou tinha de megalópole a pequena Ivanjica tinha de vilarejo. Saindo do hotel e pegando em direção ao centro da cidade, à pé, em quase 10 minutos a cidade acabava. Mas era bonitinha, tranquila e com um povo simpático. Por lá, o pessoal acredita que todos devem saber falar a sua língua. Comunicar-se com o povo nas ruas foi bem difícil.
Ainda na Sérvia vimos o país comemorar a vitória de Djokovic no tênis. Quando estávamos deixando o país, já no aeroporto, mais um fato legal. Encontramos talvez o sérvio mais brasileiro e flamenguista de todos, o "RAMBO PETKOVIC", como ele é conhecido por lá. O Pet do flamengo voou conosco até o Brasil. Lá ele não é tão conhecido quanto aqui, isso é fato.
Bom para terminar o vôo de volta não teve aquela TV para ver um filme e encurtar a distância entre Paris e Rio. O sistema não estava funcionando, e olha que avião era bem novinho, uma máquina. Até!
Começamos com a Rússia. Por lá as coisas foram muito tranquilas, tirando a comida. O alojamento era bem razoável, com aquele colchão macio, que dói a coluna de manhã. A comida é diferente da brasileira, tanto no tempero quanto na quantidade. E quando falo em jogadores juvenis o mais importante nesse caso acredito que seja a quantidade, o que eles comem não é para qualquer buffet!!! Mas aí um extra foi providenciado no mercado. Aquele sanduíche com queijo, algumas frutas e um bom suco em caixinha, sempre confeccionado pelos chefs Dr. Alexandre e Rodrigo, nosso fisioterapeuta. Para dividir mais a comida a seleção infanto também apareceu por Moscou. Outra seleção boa de garfo.
Moscou, a cidade onde jogamos é gigante. Conhecemos um pouco da cidade, acredito que a principal parte foi vista. Estou falando da Praça Vermelha e do Kremlin. Os congestionamentos são by São Paulo, uma lentidão!
Na Sérvia a história foi outra. O hotel era um hotel de verdade, com ótimas instalações. A comida deu um up grade mas ainda ficou longe do arroz e feijão com um bife na chapa de Saquarema. Os fatos curiosos da Sérvia começaram na segunda viagem, visto que dos três jogos só o último foi na cidade onde ficamos hospedados. O ônibus onde estavam as duas seleções ameaçou um incêndio, mas foi só o susto, aquela fumaça e só. A estrada era cheia de curvas, uma serpentina segundo o nosso motorista. O bom foi que a volta, à noite, foi por uma estrada maior. O pessoal, inclusive eu, estava preocupado com a volta pela serpentina.
A cidade onde ficamos na Sérvia chama-se Ivanjica, o que Moscou tinha de megalópole a pequena Ivanjica tinha de vilarejo. Saindo do hotel e pegando em direção ao centro da cidade, à pé, em quase 10 minutos a cidade acabava. Mas era bonitinha, tranquila e com um povo simpático. Por lá, o pessoal acredita que todos devem saber falar a sua língua. Comunicar-se com o povo nas ruas foi bem difícil.
Ainda na Sérvia vimos o país comemorar a vitória de Djokovic no tênis. Quando estávamos deixando o país, já no aeroporto, mais um fato legal. Encontramos talvez o sérvio mais brasileiro e flamenguista de todos, o "RAMBO PETKOVIC", como ele é conhecido por lá. O Pet do flamengo voou conosco até o Brasil. Lá ele não é tão conhecido quanto aqui, isso é fato.
Bom para terminar o vôo de volta não teve aquela TV para ver um filme e encurtar a distância entre Paris e Rio. O sistema não estava funcionando, e olha que avião era bem novinho, uma máquina. Até!
terça-feira, 5 de julho de 2011
Time já esta em Paris esperando o vôo para o brasil
Depois de jogar na Rússia e na Servia a delegação do Brasil já esta em Paris à espera do vôo para voltar ao Brasil.
A excursão foi muito produtiva, dando mais rodagem e ritmo ao time. A partir da semana que vem o time volta aos treinos em Saquarema.
A excursão foi muito produtiva, dando mais rodagem e ritmo ao time. A partir da semana que vem o time volta aos treinos em Saquarema.
segunda-feira, 4 de julho de 2011
Time do Brasil melhora, mas perde novamente.
Depois do primeiro jogo onde o time da Sérvia foi muito superior, ontem o time juvenil masculino do Brasil mostrou uma boa evolução.
Depois de sair perdendo por 2 sets a 0, os brasileiros buscaram a partida. Com o 2 x 2 o jogo foi decidido somente no final, quando os sérvios fizeram 15 x 13.
O time brasileiro jogou a maior parte do tempo com Xuxa e Lucas Loh, Hugo e Lucarelli. os centrais revezaram um pouco mais, jogando Bernardo, Matheus e Victor Hugo. O líbero foi o Kachel. Entraram Luan, Rafael Araújo e Quaresma.
Hoje, no ultimo jogo os brasileiros tentarão pelo menos uma vitória aqui na Sérvia.
A delegação do Brasil embarca para casa amanhã a noite, chegando no rio quarta de manhã.
Depois de sair perdendo por 2 sets a 0, os brasileiros buscaram a partida. Com o 2 x 2 o jogo foi decidido somente no final, quando os sérvios fizeram 15 x 13.
O time brasileiro jogou a maior parte do tempo com Xuxa e Lucas Loh, Hugo e Lucarelli. os centrais revezaram um pouco mais, jogando Bernardo, Matheus e Victor Hugo. O líbero foi o Kachel. Entraram Luan, Rafael Araújo e Quaresma.
Hoje, no ultimo jogo os brasileiros tentarão pelo menos uma vitória aqui na Sérvia.
A delegação do Brasil embarca para casa amanhã a noite, chegando no rio quarta de manhã.
domingo, 3 de julho de 2011
Brasil joga mal e perde para o juvenil da Sérvia.
Ontem jogamos mal e perdemos para o time sérvio. Apresentando um jogo muito abaixo do nível que vínhamos mantendo perdemos para a Sérvia por 3 sets a 0.
Hoje as duas equipes voltam a se enfrentar aqui na Sérvia. Os amistosos servem de preparação para o Campeonato Mundial desse ano no Rio.
Hoje as duas equipes voltam a se enfrentar aqui na Sérvia. Os amistosos servem de preparação para o Campeonato Mundial desse ano no Rio.
sábado, 2 de julho de 2011
Seleção juvenil do Brasil começa hoje a noite a série de amistosos aqui na Sérvia
Hoje a noite a seleção juvenil do Brasil continua a sua série de amistosos aqui na Europa. Depois de jogar 4 jogos na Rússia, vencendo 3, agora o Brasil está na Sérvia onde enfrenta os campeões mundiais infanto há dois anos atrás, título conquistado na Itália.
A receptividade por aqui está muito boa, mas desde ontem um clima de rivalidade está no ar. A sequência de jogos promete ser forte e produtiva. O time europeu tem uma diagonal de levantador e oposto que parece ser muito boa.
Dessa vez vou postar os relatórios dos jogos para que todos possam saber do desempenho dos atletas brasileiros nos jogos. Aguardem as novas postagens.
A receptividade por aqui está muito boa, mas desde ontem um clima de rivalidade está no ar. A sequência de jogos promete ser forte e produtiva. O time europeu tem uma diagonal de levantador e oposto que parece ser muito boa.
Dessa vez vou postar os relatórios dos jogos para que todos possam saber do desempenho dos atletas brasileiros nos jogos. Aguardem as novas postagens.
sexta-feira, 1 de julho de 2011
Montagem de um time vencedor.
Para que o sucesso seja alcançado um time precisa ser estruturado da melhor maneira possível. Isso quer dizer que a escolha das peças deve ser bem feita, quando isso for possível.
Na montagem de um grupo forte, o técnico deve sempre ter muito claro na sua cabeça quais são as reais possibilidades e virtudes de cada jogador, para que cada um consiga render o máximo coletivamente, como um time. Além disso ele precisa saber se o time é para um jogo ou para um torneio, nesse último caso a escolha de um jogador mais versátil pode ser mais vantajosa do que um jogador mais específico. Sempre o que buscamos é o equilíbrio como time.
Vamos para a prática. Um bom time precisa de um bom levantador, um oposto que ataque muito bem, dois centrais que bloqueiem acima da média e dois ponteiros que passem na mão do levantador, aliado à isso um líbero que defenda como ninguém. Fácil né! Com certeza o time será bom.
Mas a situação não é bem essa na prática, muita coisa precisa ser pensada ainda. Vamos aos fatos. Lembrando que estamos falando em alto nível, ou seja, o confronto sempre será contra times também muito fortes. Para que o confronto seja favorável ao nosso time, precisamos ter um time equilibrado.
Começamos com o levantador, claro que o principal é o levantamento, mas se ele for muito baixo com certeza irá complicar o sistema defensivo quando estiver nas 3 posições da rede. Seu bloqueio será explorado pelo levantador adversário.
Normalmente os ponteiros que são bons passadores são mais baixos e podem aumentar o problema do bloqueio, ou seja, um dos ponteiros deve ser maior, com mais poder de bloqueio e ataque.
Os centrais se forem ótimos bloqueadores, o que é difícil, não podem ser atacantes ruins. Um time precisa de atacantes eficientes no meio de rede. O sistema precisa disso. Sem ataque pelo meio o complexo ofensivo vai ter dificuldade em algum momento.
Um bom oposto precisa ser um bom bloqueador, pois ele provavelmente terá que dar um algo a mais, visto à uma possível deficiência do levantador nessa função. Lembrando que o principal é o equilíbrio.
Independente da situação ainda precisamos de bons e regulares sacadores. Buscando manter um nível bom entre saque agressivo e saque regular.
E o banco de reservas? Está lá fora da quadra mais uma parte, muito importante, de um time forte. Além da qualidade normal, cada jogador que compõem o banco do time, precisa saber no que poderá ser decisivo. Essa situação pode ser considerada "cirúrgica", ou seja, precisa ser extremamente precisa. Normalmente eles entram para definir um set, um jogo. No banco é importante uma boa inversão do sistema 5x1, pelo menos um bom saque e ainda um bloqueador forte. Se o time tiver um poder de ataque maior pela ponta, um bom passador pode ser útil para fazer um fundo de quadra em algum momento do set.
Como estamos falando em um time de alto nível, com certeza os jogadores que estão no banco podem atuar numa situação normal de troca, quando um jogador não está bem no jogo. Mas se o técnico tiver essas "cartas na manga", uma troca bem feita pode decidir a partida.
Para fechar um conselho para quem é técnico ou professor de vôlei: "treine bem todo o seu time de maneira coletiva, mas dedique-se muito para situações que podem ser decisivas, "cirúrgicas". Crie o hábito da importância disso e acredite que dará certo".
Na montagem de um grupo forte, o técnico deve sempre ter muito claro na sua cabeça quais são as reais possibilidades e virtudes de cada jogador, para que cada um consiga render o máximo coletivamente, como um time. Além disso ele precisa saber se o time é para um jogo ou para um torneio, nesse último caso a escolha de um jogador mais versátil pode ser mais vantajosa do que um jogador mais específico. Sempre o que buscamos é o equilíbrio como time.
Vamos para a prática. Um bom time precisa de um bom levantador, um oposto que ataque muito bem, dois centrais que bloqueiem acima da média e dois ponteiros que passem na mão do levantador, aliado à isso um líbero que defenda como ninguém. Fácil né! Com certeza o time será bom.
Mas a situação não é bem essa na prática, muita coisa precisa ser pensada ainda. Vamos aos fatos. Lembrando que estamos falando em alto nível, ou seja, o confronto sempre será contra times também muito fortes. Para que o confronto seja favorável ao nosso time, precisamos ter um time equilibrado.
Começamos com o levantador, claro que o principal é o levantamento, mas se ele for muito baixo com certeza irá complicar o sistema defensivo quando estiver nas 3 posições da rede. Seu bloqueio será explorado pelo levantador adversário.
Normalmente os ponteiros que são bons passadores são mais baixos e podem aumentar o problema do bloqueio, ou seja, um dos ponteiros deve ser maior, com mais poder de bloqueio e ataque.
Os centrais se forem ótimos bloqueadores, o que é difícil, não podem ser atacantes ruins. Um time precisa de atacantes eficientes no meio de rede. O sistema precisa disso. Sem ataque pelo meio o complexo ofensivo vai ter dificuldade em algum momento.
Um bom oposto precisa ser um bom bloqueador, pois ele provavelmente terá que dar um algo a mais, visto à uma possível deficiência do levantador nessa função. Lembrando que o principal é o equilíbrio.
Independente da situação ainda precisamos de bons e regulares sacadores. Buscando manter um nível bom entre saque agressivo e saque regular.
E o banco de reservas? Está lá fora da quadra mais uma parte, muito importante, de um time forte. Além da qualidade normal, cada jogador que compõem o banco do time, precisa saber no que poderá ser decisivo. Essa situação pode ser considerada "cirúrgica", ou seja, precisa ser extremamente precisa. Normalmente eles entram para definir um set, um jogo. No banco é importante uma boa inversão do sistema 5x1, pelo menos um bom saque e ainda um bloqueador forte. Se o time tiver um poder de ataque maior pela ponta, um bom passador pode ser útil para fazer um fundo de quadra em algum momento do set.
Como estamos falando em um time de alto nível, com certeza os jogadores que estão no banco podem atuar numa situação normal de troca, quando um jogador não está bem no jogo. Mas se o técnico tiver essas "cartas na manga", uma troca bem feita pode decidir a partida.
Para fechar um conselho para quem é técnico ou professor de vôlei: "treine bem todo o seu time de maneira coletiva, mas dedique-se muito para situações que podem ser decisivas, "cirúrgicas". Crie o hábito da importância disso e acredite que dará certo".
quinta-feira, 30 de junho de 2011
Seleção embarca para a Servia depois de encarar a Rússia.
Depois de uma semana em Moscou a seleção juvenil do Brasil estará embarcando daqui a pouco para a Servia.
O saldo aqui na Rússia foi muito positivo, visto que enfrentamos a atual campeã européia. Com 3 vitórias em 4 jogos a série de amistosos dá mais confiança aos atletas para o campeonato mundial.
O time volta a jogar somente no sábado na Servia contra a seleção que foi campeã mundial na categoria infanto há 2 anos. Mais um grande desafio para o time brasileiro.
O saldo aqui na Rússia foi muito positivo, visto que enfrentamos a atual campeã européia. Com 3 vitórias em 4 jogos a série de amistosos dá mais confiança aos atletas para o campeonato mundial.
O time volta a jogar somente no sábado na Servia contra a seleção que foi campeã mundial na categoria infanto há 2 anos. Mais um grande desafio para o time brasileiro.
quarta-feira, 29 de junho de 2011
Seleção infanto termina a excursão pela Europa.
Depois de uma viagem de 18 dias pela Europa a seleção embarca de volta para o Brasil amanhã. O time comandado pelo técnico Percy Oncken está em preparação para o mundial da categoria que será disputado na Argentina.
Com uma série de 12 jogos iniciada na Espanha o desempenho do Brasil foi o seguinte:
- 10 vitórias em jogos oficiais.
- 2 derrotas para a Espanha em jogo treino.
Além de Espanha e Rússia o time também esteve na itália.
O técnico Percy avaliou assim a excursão desse ano, " a viagem foi extremamente positiva, pois os jogadores aumentaram a sua experiência internacional, isso é muito importante para o desenvolvimento deles como atletas de alto nível. Estamos voltando para o Brasil com um grupo mais forte".
O mundial infanto começa em 19 de agosto.
Com uma série de 12 jogos iniciada na Espanha o desempenho do Brasil foi o seguinte:
- 10 vitórias em jogos oficiais.
- 2 derrotas para a Espanha em jogo treino.
Além de Espanha e Rússia o time também esteve na itália.
O técnico Percy avaliou assim a excursão desse ano, " a viagem foi extremamente positiva, pois os jogadores aumentaram a sua experiência internacional, isso é muito importante para o desenvolvimento deles como atletas de alto nível. Estamos voltando para o Brasil com um grupo mais forte".
O mundial infanto começa em 19 de agosto.
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